Como contei em meu primeiro post, toda minha reeducação alimentar e prática de atividades físicas se deram por conta das minhas filhas, para o bem delas.
Então lá estava eu, seguindo as prescrições, cortando doce, fritura e refrigerante, comendo frutas, vegetais e legumes, fazendo atividades físicas de 2 a 3 horas por semana, e com um objetivo único, não iria parar, não iria desistir como tantas e tantas outras vezes.
Já estava fazendo a reeducação há mais de um mês quando comprei uma balança para acompanhar nosso desenvolvimento. Lá vou eu verificar meu peso e para minha surpresa já tinha eliminado 6 kg. Fiquei surpresa, foram 6 kg em pouco mais de um mês, e então comecei a acompanhar meu peso.
As roupas foram ficando mais largas, até que precisei começar a doar algumas peças, comprar outras, e isso foi realmente me animando, comecei a entender que os resultados estavam chegando.
Minha primeira meta foi sair dos 3 dígitos e deixar se ser classificada como Obeso Grau II pelo IMC - Índice de Massa Corpórea. Só quem é obeso sabe o terror que é você chegar para fazer exames e a atendente lhe pergunta "Qual o seu peso?". A gente fala quase sussurrando...!!!
Em 4 meses havia eliminado mais de 10 kg, e enfim saído da casa dos três dígitos e agora a classificação pelo IMC já era Obeso Grau I, mas estava curtindo o lance de emagrecer, as pessoas já notavam e me perguntavam o que estava fazendo. Então lancei outra meta, sair da casa dos 90, me soava quase como um sonho, poder falar que eu tinha oitenta e tantos quilos.
A luta continuava, tem semanas que eliminamos peso, tem semana que ganhamos, o importante é não deixar a balança escravizar, muitas coisas acontecem e a oscilação de peso é normal.
Em oito meses já havia eliminado 20 kg e saído da casa dos 90, pelo IMC já não era mais classificada como obesa, somente sobrepeso. Gentemmmm, têm noção do que era ter sobrepeso, para quem sempre foi classificada como OBESO??? kkkk Hora de estipular nova meta, agora a meta seria 85 kg!
Em janeiro deste ano alcancei a meta, e adivinhem???? Nova meta estipulada, mas agora a meta final, pois já estou satisfeita com o peso eliminado, e esta chegando o momento de focar na manutenção do peso e na eliminação das peles que sobraram, pois sim, a gente emagrece, e mesmo fazendo atividade física, sobram peles na barriga, debaixo do braço (não me peçam para dar tchau, porque tudo balança), nas coxas e quadril.
Este é um resumo das minhas pesagens:
Obs: Tive vários vermelhos (ganho de peso) e amarelo (manutenção do peso) durante estes 14 meses, não se iludam, não perdemos peso sempre!
Mas não tenho pressa e tenho todo tempo do mundo para atingir o objetivo.
Durante estes meus 14 meses de reeducação alimentar, aprendi que estipular metas é importante, mas mais importante do que isso, é estipular metas gradativas, pois sua obtenção será mais rápida, e cada vez que você se supera, ganha ânimo para continuar e novamente se desafiar.
Estipule metais reais! Não adianta estipular que quer eliminar 30 kg em 3 meses, pois isso não será possível de forma saudável, irá gerar frustração, e a frustração poderá te levar para o desânimo e abandono da reeducação.
E então, já pensou qual será sua primeira meta?
Michele em fotos (kkkk), de outubro/2014 a abril/2015:
sexta-feira, 29 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
Alimentação: o que mudou na minha!
Bom, quero hoje dividir aqui a minha
experiência com a reeducação alimentar, não quer dizer que é correta, que é a
melhor, nem pior, nem nada, somente qual foi o tipo de reeducação que funcionou
comigo. E começo este post com algo que li no início, e que uso até hoje:
"Nunca
faça uma dieta (eu prefiro chamar de reeducação alimentar), que você não se
veja fazendo a mesma daqui alguns meses ou anos, pois ela não vai
funcionar!". Me desculpe o autor, porque não lembro quem foi, mas esta
frase me impactou e uso sempre.
Tudo que
fizermos de radical não conseguiremos manter por meses, ou anos, então em um
momento ou outro vamos parar, e assim começa o efeito sanfona, emagrece,
engorda, emagrece.
Assim, como
trabalho fora, precisava encontrar opções práticas e fáceis de implementar em
nossa alimentação, então comecei assim:
- cortei da
despensa de casa: refrigerantes, sucos em pó, sucos industrializados, bolachas
recheadas, chocolates e doces em geral. Mas já tinha antes cortado frituras de
maneira em geral há algum tempo;
- inseri
sucos de polpa congelada (o ideal seria suco natural, mas não consigo por conta
do tempo), verduras, legumes e frutas passaram a fazer parte da geladeira e
fruteira;
- troquei o
queijo amarelo e presunto por queijo branco e peito de peru;
- biscoitos
e bolachas só sem recheio e de preferência com farinha integral, troquei o pão
branco pelo integral (cuidado, há muito pouca variedade de pães com 100% de
farinha integral, a maioria deles mesclam as duas farinhas;
- troquei
alguns produtos pela opção light tal como margarina, requeijão, maionese e
achocolatado, bem como troquei o leite integral pelo semidesnatado;
- e cortei
as pizzas e lanches dos finais de semana. Ah, mas como viver sem pizza, sem
lanches, bolo??? Tenho minhas alternativas light ehehe, que conto em outro post
;-)
Além destas
mudanças passei a fazer de 5 a 6 refeições por dia, com intervalo médio de 3
horas. Parece bobagem, mas não é, comer várias vezes ao dia faz com que na hora
da refeição não estejamos morrendo de fome, o que facilmente nos leva a comer
além do que precisamos.
Minhas
opções:
- café da
manhã: torradas light ou integral, pão integral, iogurte desnatado e/ou frutas;
- lanche da
manhã: barra de cereal ou fruta;
- almoço:
metade do prato com saladas e legumes, 1/4 com arroz e feijão (ou massa uma vez
na semana) e 1/4 com carne, frango ou peixe, sempre dando preferência para os
assados ou cozidos. Durante a semana almoço na rua por conta do trabalho, então
procuro sempre optar por buffet Self Service, porque controlamos a quantidade e
normalmente há opções, porém cuidado com o tamanho do prato, são sempre
gigantes propositalmente, para que possamos enche-los com as opções de comida
ehehe.
- café da
tarde: bolacha, barra de cereal, iogurte ou fruta;
- jantar: eu
não tinha, e não tenho o hábito de jantar, então normalmente opto por um lanche
com pão integral, e você pode usar a criatividade para o recheio, saladas,
queijo branco, omelete, cream cheese light, patê de ricota, peito de peru, etc.,
etc...lógico que não tudo junto rsrs, mas algumas combinações são possíveis;
- ceia: se
demoro muito para dormir e sinto fome, normalmente bebo um iogurte desnatado ou
belisco alguma fruta.
Observem
sempre a quantidade, pois não é porque é saudável, integral, light, etc., que
podemos comer à vontade. Integral e light também engordam, infelizmente.
Eu usei no início
a tal "tabela de pontos", que tantos programas de reeducação utilizam
(Vigilantes do Peso, Meta Real, etc.), e para mim funcionou, com o tempo não
precisamos mais consultar ou fazer contas, mas no início ajudou muito.
IMPORTANTE:
Lembrem-se que aqui estou dando um depoimento de como aconteceu comigo, como eu
fiz, e não necessariamente o que é o correto ou o melhor, o ideal é sempre
consultar um nutricionista, pois este é o profissional que vai dar a orientação
correta para cada pessoa.
Aí se você
leu até aqui, e quer começar a fazer reeducação alimentar, deve estar pensando:
E como é que ela vive assim???? Sem doces, sem chocolate, sem refrigerantes,
sem pizza....kkkk
O fato é que
consumi e consumo tudo isso, mas de forma moderada, uma vez na semana, na
quinzena...a reeducação alimentar é comer de tudo, na quantidade e
periodicidade certa, tudo que consumirmos ou fizermos em excesso tende a trazer
mais malefícios do que benefícios.
Até o
próximo!
sexta-feira, 15 de abril de 2016
E que comecem as mudanças: Atividade física, era preciso praticar!!!
Bom, era chegado o momento de começar as tais mudanças, mas e por
onde começar???
Marquei uma endocrinologista pediatra para
avaliar as meninas e um cardiologista pra mim, afinal precisava saber se
poderia ir com tudo para me tornar a nova musa fitness (só que não kkkk).
Na consulta das meninas o de sempre,
estavam muito acima do peso, exames alterados e uma forte tendência à
desenvolverem diabetes :( Comigo tudo em ordem, exceto colesterol ruim muito
elevado e colesterol bom muito baixo.
E agora, onde fazer as atividades
físicas??? Pois trabalho e precisava que os horários das meninas coincidissem
com os meus.
No meu caso encontrei um clube, onde há
atividades de terça a domingo e para todas as idades. Matrícula feita, hora de
começar!
Chego lá no clube, me deparo com um quadro
gigante de atividades, com nomes que nunca ouvi, X55, Body Pump, GAP....e
outros mais familiares, Bike Indoor, Hidroginástica, Natação...Encontro pessoas
de todos os tipos, olho para as meninas toda sarada, olho para o meu corpitcho
no alto dos seus 110 kg e me pergunto: o que estou fazendo aqui?! Mas sigo em
frente.
Resolvo começar pela hidroginástica,
afinal atividade física na água é mais divertido. E assim começo a ir de duas a
três vezes por semana, fazendo 40 a 60 minutos de hidro. E após algumas semanas
percebo que só com a hidroginástica levaria muito tempo para eliminar meus quilos
extras, então começo a experimentar as aulas de Bike Indoor.
Não consigo acompanhar a aula completa de
Bike! Obviamente meu condicionamento físico é muito ruim, foram anos de
sedentarismo. Mas encontrei professores maravilhosos, que sempre orientaram e
motivaram. E assim fui, e continuo, a me permitir fazer novas experiências, com
novas aulas, zumba, X55, body pump, body atack, body combat, step, e ainda
várias outras para experimentar.
Hoje treino de 6 a 8 horas por semana, 2
horas por dia (terças, sextas, sábados e às vezes, aos domingos), em variadas
modalidades. Fiz vários amigos por lá, encontrei professores maravilhosos (ainda farei um post para falar da importância deles na minha mudança), então ir ao clube hoje não é só um compromisso com a minha atividade física, e sim um momento de descontração, onde posso passar ótimos momentos em boa companhia.
Minha dica se você vai começar a fazer
atividade:
1º Procure um médico! É muito importante
saber se você pode ou não fazer atividade física, e principalmente quais os
tipos de atividades que pode fazer.
2º Encontre um local onde tenha opções
variadas de atividades, e experimente, sempre que possível, um tipo de
atividade, pois você vai se identificar mais com umas do que com outras, e
gostar do que está fazendo irá fazer toda a diferença no seu rendimento.
3º Determine os dias e horários que irá
fazer a atividade, comece com 2 vezes por semana, 45 a 60 minutos por dia, e vá
aumentando gradativamente, no seu tempo, conforme sentir que está preparada. Os
profissionais da área também poderão auxiliar neste planejamento.
4º Os dias e horários reservados para a
atividade física devem ser "sagrados", faça chuva ou faça sol, esteja
frio ou calor, pois acreditem, sempre teremos outras atividades mais importante
ou interessantes, tal como se jogar no sofá para assistir TV (esta também é uma
atividade sagrada pra mim, mas ocorre em dias e horários fora dos previstos
para o treino kkkk).
5º Busque alguém que possa lhe acompanhar, pode ser o marido/esposa, filho, amigo, vizinho... Ter uma companhia ajuda muito na motivação. Eu agradeço imensamente por ter encontrado nas minhas filhas e na minha amiga e vizinha Fátima companhia e incentivo nos dias difíceis.
6º Se não encontrar, ou não puder se
matricular em uma academia ou clube, com certeza encontrará áreas públicas onde
poderá praticar caminhadas, corridas, jogar bola, e até mesmo equipamentos
públicos para a prática de atividade.
Só não vale dizer que não têm tempo,
porque se têm algo que minha mãe sempre me disse, e eu aprendi nestes últimos
14 meses é: "O tempo é você quem faz!"
Então você terá sim que trocar umas horas
adicionais de sono, um happy hour com os amigos, ou mesmo umas horas de sofá,
pela atividade física, e ainda assim encontrará tempo para estas outras coisas.
No próximo post vou falar do que mudei em
minha alimentação ;-)
terça-feira, 12 de abril de 2016
Como tudo começou....
Era janeiro de 2015....eu com 35 anos de idade
Com obesidade desde a infância, ser gorda, sempre foi, algo normal pra mim, e diga-se de passagem, sempre fui uma gorda bem resolvida (o que não quer dizer que não sofria).
Enfrentei o bullying na adolescência, embora à época ele não tivesse esse nome, e sobrevivi.
Cresci, estudei, namorei, me formei engenheira civil, trabalhei, casei e tive duas filhas, sempre de bem comigo, e com um bom humor que acredito ser típico de todo gordo, afinal precisamos cativar as pessoas de alguma forma ;-)
Mãe obesa + Pai obeso = filhos obesos (ao menos, muito provavelmente), e comigo foi exatamente assim, duas filhas lindas e fofinhas, à época uma com 7 e outra com 12 anos.
Visitas aos pediatras sempre eram tensas, pois quase sempre eu ouvia um sermão do médico: "elas estão acima do peso! Mãe, você têm que cuidar da alimentação delas! Mãe, elas precisam fazer atividade física!"
Eu lá ia eu, tentando tirar as bolachas recheadas do armário, trocando o queijo amarelo pelo branco, cortando os salgadinhos, mas somente delas, das CRIANÇAS, não os meus! E durava uma, duas semanas, até que eu esquecesse a consulta ao pediatra, e atendesse ao pedido de uma delas para uma visita ao fastfood.
Tudo ia muito bem, com minhas pizzas aos finais de semana, e um sedentarismo típico de quem trabalha, estuda e cuida de casa, e assim afirma não ter tempo, até que minha caçula passou a ter uma preocupação muito estranha com seu peso, afinal aos 6/7 anos não é idade para uma criança se preocupar com isso, demonstrar-se ansiosa, nervosa...
Investigando, descubro que ela passa pelo que também passei, mas hoje denominam bullying, e ao contrário de mim, ela não sabe lidar, e sofre....
E eu???? Sofro seu sofrimento, com uma sensação de culpa, afinal, por que não fiz nada este tempo todo???? (quem é mãe vai entender).
Nas férias de janeiro de 2015, numa de suas crises, conversamos muito! Falamos das diferenças das pessoas, da cor, cabelo, peso, altura (papo este que sempre tivemos)....ela compreende, mas ainda assim se entristece, e eu pergunto: está disposta a mudar? Ela me responde SIM...Então estamos juntas nessa, eu e você!
E foi ali que entendi, de uma forma que jamais havia compreendido, que a mudança somente seria possível se começasse em mim, eu teria que ser o seu exemplo, o exemplo para minhas filhas.
Assim começou tudo.....e hoje começo aqui dividir minha história, minhas lutas diárias, como mulher e mãe, e quem sabe, unindo nossas histórias, possamos juntos vencer a luta familiar contra a balança!
O meu resultado, parcial, é este (09/04/16), há 14 meses em reeducação alimentar e praticando atividades físicas:
28 kg eliminados - dos 110 kg aos 82 kg
Da calça 50/52 para 44/46
Das blusas 52/XXG para 46/G ou M
E o principal, o que ganhei: novos amigos, saúde, disposição e autoestima, muito autoestima!!!!
Nos próximos posts contarei mais sobre tudo que passei e passo!
Espero que curtam ;-)
Com obesidade desde a infância, ser gorda, sempre foi, algo normal pra mim, e diga-se de passagem, sempre fui uma gorda bem resolvida (o que não quer dizer que não sofria).
Enfrentei o bullying na adolescência, embora à época ele não tivesse esse nome, e sobrevivi.
Cresci, estudei, namorei, me formei engenheira civil, trabalhei, casei e tive duas filhas, sempre de bem comigo, e com um bom humor que acredito ser típico de todo gordo, afinal precisamos cativar as pessoas de alguma forma ;-)
Mãe obesa + Pai obeso = filhos obesos (ao menos, muito provavelmente), e comigo foi exatamente assim, duas filhas lindas e fofinhas, à época uma com 7 e outra com 12 anos.
Visitas aos pediatras sempre eram tensas, pois quase sempre eu ouvia um sermão do médico: "elas estão acima do peso! Mãe, você têm que cuidar da alimentação delas! Mãe, elas precisam fazer atividade física!"
Eu lá ia eu, tentando tirar as bolachas recheadas do armário, trocando o queijo amarelo pelo branco, cortando os salgadinhos, mas somente delas, das CRIANÇAS, não os meus! E durava uma, duas semanas, até que eu esquecesse a consulta ao pediatra, e atendesse ao pedido de uma delas para uma visita ao fastfood.
Tudo ia muito bem, com minhas pizzas aos finais de semana, e um sedentarismo típico de quem trabalha, estuda e cuida de casa, e assim afirma não ter tempo, até que minha caçula passou a ter uma preocupação muito estranha com seu peso, afinal aos 6/7 anos não é idade para uma criança se preocupar com isso, demonstrar-se ansiosa, nervosa...
Investigando, descubro que ela passa pelo que também passei, mas hoje denominam bullying, e ao contrário de mim, ela não sabe lidar, e sofre....
E eu???? Sofro seu sofrimento, com uma sensação de culpa, afinal, por que não fiz nada este tempo todo???? (quem é mãe vai entender).
Nas férias de janeiro de 2015, numa de suas crises, conversamos muito! Falamos das diferenças das pessoas, da cor, cabelo, peso, altura (papo este que sempre tivemos)....ela compreende, mas ainda assim se entristece, e eu pergunto: está disposta a mudar? Ela me responde SIM...Então estamos juntas nessa, eu e você!
E foi ali que entendi, de uma forma que jamais havia compreendido, que a mudança somente seria possível se começasse em mim, eu teria que ser o seu exemplo, o exemplo para minhas filhas.
Assim começou tudo.....e hoje começo aqui dividir minha história, minhas lutas diárias, como mulher e mãe, e quem sabe, unindo nossas histórias, possamos juntos vencer a luta familiar contra a balança!
O meu resultado, parcial, é este (09/04/16), há 14 meses em reeducação alimentar e praticando atividades físicas:
28 kg eliminados - dos 110 kg aos 82 kg
Da calça 50/52 para 44/46
Das blusas 52/XXG para 46/G ou M
E o principal, o que ganhei: novos amigos, saúde, disposição e autoestima, muito autoestima!!!!
Nos próximos posts contarei mais sobre tudo que passei e passo!
Espero que curtam ;-)
Assinar:
Postagens (Atom)


